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sábado, 29 de outubro de 2011

Projeto de Alteração Mecânica

CENTRO DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DO AMAZONAS-CETAM


ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA – EST



CARLOS CÉSAR ALVES DE SÁ
MELHORAMENTO E ADEQUAÇÃO DE GRAMPEADEIRA GR-1600



Trabalho para obtenção do titulo de TÉCNICO no CURSO TÉCNICO em MECÂNICO DE MANUTENÇÃO E PROCESSO DE FABRICAÇÃO do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas CETAM



A Banca Examinadora resolveu atribuir a nota............. ao aluno Carlos César Alves de Sá, na disciplina de trabalho de conclusão de curso (TCC) – Monografia, pela apresentação deste trabalho.

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Prof. Dr. Valin (Orientador) – UEA/EST




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Prof. ------------------------------------





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Prof. Dr.--------------------------------



Quando descobri que é sempre só você que me mentende do início ao fim, é só você que tem a cura do meu vício de insistir nesta saudade que eu sinto, de tudo que ainda não vi.

Renato Russo



Dedico a você Pai, que não tive tempo de dizer obrigado, Luiz Carlos dos Santos Sá (IN MEMORIAN).



Agradecimentos



A realização deste trabalho devo primeiramente a Deus, que me guia e me auxilia nos bons e maus momentos da vida e à participação de pessoas muito especiais, sem as quais seria impossível a realização deste.

A minha querida mãe, que segue ao meu lado em todos os momentos de minha vida, me aplaudindo quando mereço e me repreendendo quando necessário,fazendo com que eu me torne uma pessoa melhor a cada dia.

Aos meus irmãos que sempre apostaram no meu sucesso.

Ao meu orientador, professor, Dr. Valin pela orientação e pela paciência dispensada.

Ao meu co-orientador, Marcos Paulo, pelas palavras sábias que me ajudaram a desenvolver melhor o meu trabalho.

E a todos e todas que de alguma forma contribuíram para a realização deste.



SUMÁRIO



1 - DADOS DE INDENTIFICAÇÃO ............................................................................... 3

1.1 – Tema...................................................................................................................... 3

1.2 - Delimitação do tema................................................................................................3

1.3 – Orientando............................................................................................................. 3

1.4 – Empresa.................................................................................................................3

1.5 - Linha de Pesquisa...................................................................................................3

2- INTRODUÇÃO ------------------------------------------------------------------------------------------ 4

3- JUSTIFICATIVA TÉCNICA..................................................................................... 5

4 -BOBJETIVOS ------------------------------------------------------------------------------------------- 6

5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ----------------------------------------------------------------------7

5.1 - Histórico da Manutenção ..................................................................................8

5. 2- Evolução da Manutenção......................................................................................9

5. 3- A importância da Manutenção ...............................................................................10

5.4- Manutenção Corretiva.............................................................................................11

5.5- Manutenção Preventiva...........................................................................................12

5.6- Manutenção Preditiva.............. ...............................................................................12

6 – MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL ................................................................... 13

6.1- Conceitos e Características do TPM.......................................................................15

6.2- Objetivo do TPM......................................................................................................17

7- GLOBALIZAÇÃO.......................................................................................................17

7.1- O Brasil no processo de Globalização.....................................................................19

7.2- Ciências e Tecnologias no Brasil para o Mundo Globalizado.................................19

8- ESTUDO DE CASO....................................................................................................21

9 -AREA DE ABRANGÊNCIA ...................................................................................... 25

10- METAS .................................................................................................................... 25

11-METODOLOGIA ...................................................................................................... 26

12- CRONOGRAMA ..................................................................................................... 28

13- RESULTADOS ESPERADOS ................................................................................ 29

14- REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS....................................................................... 30




1 DADOS DE INDENTIFICAÇÃO



1.1 - Tema



Melhoramento e Adequação de Grampeadeira GR-1600



1.2 - Delimitações do tema



Uma avaliação do processo de Gerenciamento de Manutenção Industrial



1.3 - Orientando
Carlos César Alves de Sá


1.4 – Orientador

Valin



1.5 - Empresa


Orsa Embalagens da Amazônia S/A



1.6 - Linhas de Pesquisa



Manutenção Industrial

2 INTRODUÇÃO


Mecânica Industrial é toda e qualquer atividade relacionada a reparos de máquinas, ferramentas, instalações e manutenção de sistemas automatizados. Dentro da área de mecânica industrial, um bom profissional do ramo deve ter um profundo conhecimento sobre mecanismos pneumáticos, hidráulicos, elétricos, eletroeletrônicos, sistemas de controle e acionamento mecânico. Sem dúvida alguma, o trabalho de um profissional da mecânica industrial é parte essencial nas indústrias, sem o qual seria impossível dar continuidade, com sucesso, de todo o processo produtivo no chão da fábrica.

Para uma melhor competitividade no mercado, as empresas devem procurar otimizar todos os seus departamentos, desde a produção até as áreas de apoio, para obter um produto ou serviço com o máximo de qualidade e menor custo, proporcionando melhores condições de trabalho e satisfação para colaborador e cliente. Com isso, este trabalho limita-se ao estudo da manutenção, melhoramento adaptação e alteração de equipamentos de produção em massa, está diretamente ligada na busca para agregar valor ao produto final, sendo utilizada como decisão estratégica que visa maximizar a disponibilizar equipamentos antigos aos novos produtos do mercado que esta a cada dia mais exigente.


3 JUSTIFICATIVA TÉCNICA

Um projeto de máquina surge sempre para satisfazer uma necessidade, seja elas industriais, comerciais, para lazer, etc. Nasce da habilidade de alguém ou de um grupo de pessoas, transformar alterar uma idéia num projeto de um mecanismo que se destina a executar uma tarefa qualquer. A partir daí segue-se o estudo detalhado das suas partes, a forma como serão montadas, as partes componentes tais como engrenagens, correias, transportadores, parafusos, molas, etc. Este processo passa por várias revisões onde melhores idéias substituem as iniciais até que se escolha a que parece melhor.

Foi-nos proposto uma alteração e adaptação da maquina Miruna G.1600, Máquinas de grampear caixas de papelão ondulado, onde uma análise a uma transmissão mecânica por engrenagens e correias, A Maquina em questão já absoleta devido as mudanças na estrutura do produto que ela fabricava, com as novas tecnologias, surgiu a idéia de melhoramento e adaptação do equipamento para os novos produto, que antes tinham estruturas mais robustas devido tamanho dos gabinete das televisões com tubo de imagem, Com a inovação e a tecnologia LCD e LD mudaram esse conceito onde as embalagens tomaram outra forma tirando assim a maquina Miruna G.1600 da lista de maquinas produtivas.


4 OBJETIVOS


O objetivo e encontra meios de aperfeiçoamento alteração para otimização de maquinas e equipamento industriais que estejam em processo de decadência fabril, sem utilidade mais que possam ser alteradas e modificadas com o custo baixo, implantando novas tecnologias que possam agregar valor ao produto final, Com o intuito de mostra as ferramentas e os conceitos usados para tal feito e o objetivo desse projeto inovador.

O desafio desse processo e encontrar mecanismos e peças adequadas para o aprimoramento das maquinas, sabendo que a empresa que desenvolve as mesmas não tem grande preocupação com tal situação, esse e o objetivo O Grupo Orsa com a visão voltada para o desenvolvimento e melhoria de seus equipamentos tem tido bastante êxito no processo de modificação de maquinas industrial, tal como a grampeadeira GR Miruna que pelo ano de fabricação esta aboleta, mais com estudo e investimento modificamos toda sua estrutura ganhando produtividade e qualidade na produção de caixas de papelão ondulado.


5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Com a globalização dos mercados a concorrência tornou-se mais acirrada, exigindo das empresas um desempenho de classe mundial, o qual deve ser dedicado a atender o cliente. Em decorrência, as grandes companhias tiveram que adequar sua qualidade à altura dos novos e exigentes padrões mundiais.

A qualidade total ou TQC - Total Quality Control tornou-se condição fundamental para a competitividade e sobrevivência das empresas.

O TQC não é um conceito novo, mas sim uma nova filosofia, que influencia decisivamente na maneira de conduzir os negócios.

Apesar de seus princípios terem surgido na América, antes da segunda Guerra Mundial, sua aplicação concreta aconteceu com bastante sucesso no Japão, quando, ao final da guerra, os japoneses deram início ao processo de melhorias contínuas em suas indústrias, utilizando-se do trabalho pioneiro de Shewhart, Juran, Deming, Feigenbaum, Crosby, e outros.

Desde então, inúmeros refinamentos foram introduzidos, chegando ao atual estado da arte, que busca não só o aperfeiçoamento contínuo dos métodos de trabalho, mas, de forma mais ampla, a qualidade total de bens e serviços, que não só satisfaça as necessidades do cliente, mas que exceda suas expectativas.

Isto significa submeter todos os processos a melhorias contínuas na busca da qualidade total, utilizando-se de ferramentas gerenciais das mais diversas, e dentre estas destaca-se a da manutenção produtiva total, quando se tratar de processos industriais.

A manutenção produtiva total não só é um elo importante para a prática do "just-in-time", como também é decisiva na qualidade final do produto, uma vez que participa na manutenção da capabilidade dos processos produtivos.

Logo, para uma melhor abordagem e entendimento do assunto, é importante que se conheça um pouco da história da manutenção, neste capítulo.

5.1 - HISTÓRICO DA MANUTENÇÃO

A conservação de instrumentos e ferramentas é uma prática observada, historicamente, desde os primórdios da civilização, mas, efetivamente, foi somente quando da invenção das primeiras máquinas têxteis, a vapor, no século XVI, que a função manutenção emerge.

Naquela época, aquele que projetava as máquinas, treinava as pessoas para operarem e consertarem, intervindo apenas em casos mais complexos. Até então, o operador era o mantenedor - mecânico. Somente no ultimo século, quando as máquinas passam a serem movidas, também, por motores elétricos, é que surge a figura do mantenedor eletricista.

Assim, com a necessidade de se manter em bom funcionamento todo e qualquer equipamento, ferramenta ou dispositivo para uso no trabalho, em épocas de paz, ou em combates militares nos tempos de guerra, houve a conseqüente evolução das formas de manutenção.

Segundo (Monchy 1989) O termo manutenção tem sua origem no vocábulo militar, cujo sentido era "manter, nas unidades de combate, o efetivo e o material num nível constante, É evidente que as unidades que nos interessam aqui são as unidades de produção, e o combate é antes de tudo econômico. O aparecimento do termo "manutenção" na indústria ocorreu por volta do ano 1950 nos Estados Unidos da América. Na França, esse termo se sobrepõe progressivamente à palavra conservação.

Segundos (Muller 1998), vivem hoje na América Latina, e muito particularmente no Brasil, uma era de grandes mudanças em praticamente todos os campos e atividades. Vivemos profundas transformações políticas com o fim dos regimes ditatoriais e a substituição destes governos por governos democráticos, em que as pessoas escolhem livremente os seus representantes. Experimentamos uma radical mudança do modelo econômico, com o fim dos mercados fechados e cartelizados.

O consumidor – industrial ou privado - tinha de se contentar em escolher apenas os produtos ou serviços oferecidos localmente. Os produtos que incorporavam a tecnologia mais moderna e melhor qualidade, que eram vendidos no exterior a preços mais baixos que os entrados no mercado local, estavam fora do seu alcance, pois as barreiras à importação eram quase intransponíveis. E a competição, mola do desenvolvimento, estimuladora da eficiência e controladora dos preços no mercado, se limitava aos fabricantes locais, todos sujeitos a essas mesmas limitações.

Assim, as nossas indústrias, para recuperar os atrasos tecnológicos e de produtividade, precisam de mudanças técnicas e administrativas urgentes em todos os seus setores. A manutenção, por sua vez, tem que ser moderna e eficiente, acompanhando o ritmo de todo este processo de desenvolvimento tecnológico, e antes de se tornar mais um obstáculo aos meios produtivos, ela deve buscar sempre as melhores soluções, procurando tornar o conjunto mais ágil e dinâmico, porque o seu papel é o de suporte da produção.

5.2 - EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO

Originalmente, a manutenção é uma atividade que deve ser executada, em sua totalidade, pela própria pessoa que opera, sendo este o seu perfil ideal. Antigamente havia muitos casos assim. Entretanto, com a evolução da tecnologia o equipamento tornou-se de alta precisão e complexidade, e com o crescimento da estrutura empresarial foi sendo introduzido o PM - Manutenção Preventiva - no estilo americano, e a função de manutenção foi sendo gradativamente dividida, e alocadas a setores produtivos.

Além disso, com a evolução da tecnologia no pós-guerra, foram sendo instalados novos equipamentos e vigorosas inovações foram sendo executadas.

Por outro lado, para corresponder à solicitação de aumento de produção, o departamento operacional passou a dedicar-se somente à produção, não restando alternativa ao departamento de manutenção senão se responsabilizar por quase todas as funções de manutenção.

Em outras palavras, esta separação da produção e manutenção perdurou por um longo período.

Desta forma, não se pode afirmar que nesta época o equipamento estivesse sendo utilizado de maneira eficiente. Mas levando-se em consideração a passagem para uma era de evolução da alta tecnologia, foi um fato inevitável para fazer face às inovações tecnológicas, ao investimento em equipamentos e ao incremento da produção.

Porém, à medida que se passava para uma etapa de desaceleração de crescimento econômico, começava-se a exigir das empresas cada vez mais a competitividade e redução de custos, aprofundando o reconhecimento de que um dos pontos decisivos seria a busca da utilização eficiente dos equipamentos já existentes, até o limite.

Por essa razão a manutenção autônoma, que tem como núcleo a atividade de "prevenção da deterioração", tem incrementado a sua necessidade como função básica da atividade de manutenção.


5.3 - IMPORTÂNCIAS DA MANUTENÇÃO

Na atualidade, diante do fenômeno da globalização, a manutenção passa a ser enfocada sob a visão da Gestão de Qualidade e Produtividade.

Segundo (Bornia 2000) em sua defesa de tese, afirma: Atividades auxiliares referem-se ao trabalho que não agrega valor aos produtos, porém é necessário para dar suporte ao trabalho efetivo, São atividades que apóiam as produtivas, sendo indispensáveis. Manutenção, preparação de equipamentos, engenharia industrial, PCP, etc, fazem parte desta categoria.

O gerenciamento destas atividades deve ser o mais adequado possível, para tornar o seu custo tolerável.

O departamento de manutenção tem importância vital no funcionamento de uma indústria. Pouco adianta o administrador de produção procurar ganho de produtividade se os equipamentos não dispõem de manutenção adequada. À manutenção cabe zelar pela conservação da indústria, especialmente de máquinas e equipamentos, devendo antecipar-se aos problemas através de um contínuo serviço de observação dos bens a serem mantidos. O planejamento criterioso da manutenção e a execução rigorosa do plano permitem a fabricação permanente dos produtos graças ao trabalho contínuo das máquinas, reduzindo ao mínimo as paradas temporárias da fábrica.
5.4 - MANUTENÇÃO CORRETIVA

É aquela em que os consertos e reformas são realizados quando o objeto, máquina, equipamento ou veículo já estão quebrados.

Segundo (Monchy 1998), A manutenção corretiva corresponde a uma atitude de defesa (submeter-se, sofrer) enquanto se espera uma próxima falha acidental (fortuita), atitude característica da conservação tradicional.

A Knight Wendling Consulting AG, atribui o termo "conserto" à manutenção corretiva, justificando como o "restabelecimento da margem de desgaste em peças e componentes com o objetivo de aumentar esta margem e, com isso, a vida útil do equipamento através de métodos adequados de conserto, eliminando assim, pontos frágeis do equipamento.

Segundo (Viana 2009), "manutenção corretiva é a atividade que existe para corrigir falhas decorrentes dos desgastes ou deterioração de máquinas ou equipamentos. São os consertos das partes que sofreram a falha, podendo ser: reparos, alinhamentos, balanceamentos, substituição de peças ou substituição do próprio equipamento." [27]

Conforme Harding, "manutenção corretiva é o trabalho de restaurar um equipamento para um padrão aceitável.

Podemos citar entre as vantagens e desvantagens da Manutenção Corretiva o seguinte: Vantagens: não exige acompanhamentos e inspeções nas máquinas. Desvantagens:

- as máquinas podem quebrar-se durante os horários de produção;

- as empresas utilizam máquinas de reserva;

- há necessidade de se trabalhar com estoques;

5.5 - MANUTENÇÕES PREVENTIVAS

Previne ou evita-se a quebra e paradas das máquinas por providências antecipadas.

Segundo (Monchy 1989), Manutenção preventiva é uma intervenção de manutenção previstas, preparadas e programadas antes da data provável do aparecimento de uma falha.

Segundo (Viana 2009), manutenção preventiva é uma filosofia, uma série de procedimentos, ações, atividades ou diretrizes que podem, ou não, ser adotados para se evitar, ou minimizar a necessidade de manutenção corretiva. Adotar a manutenção preventiva significa introduzir o fator qualidade no serviço de manutenção.

Na análise que faz a Knight Wendling Consulting AG manutenção preventiva é Inspeção, ou seja, "métodos preventivos para detectar com antecedência danos ou distúrbios que estão se desenvolvendo, e assim impedir paradas não planejadas.

Dentre as definições ora exposta a de Viana parece ser a mais completa, pois além de contemplar as demais, acrescenta introduzir o fator qualidade no serviço de manutenção. Na Manutenção Preventiva observamos vantagens e desvantagens conforme abaixo: Vantagens: - assegura a continuidade do funcionamento das máquinas, só parando para consertos em horas programadas; - a empresa terá maior facilidade para cumprir seus programas de produção.

Desvantagens:

- requer um quadro (programa) bem montado;

- requer uma equipe de mecânicos eficazes e treinados;

- requer um plano de manutenção.

5.6 - MANUTENÇÕES PREDITIVAS

Acompanha-se a vida útil das máquinas efetuando-se inspeções periódicas, medições, leituras, sondagem, etc. Observa-se o comportamento das máquinas, verificando falhas ou detectando mudanças nas condições físicas, podendo-se prever com precisão o risco de quebra, permitindo assim a manutenção programada. Ela substitui, na maioria dos casos, a manutenção preventiva.

Segundo (Viana 2009), Manutenção preditiva é a monitoração ou acompanhamento periódico do desempenho e/ou deterioração de partes das máquinas. A finalidade é fazer-se a manutenção somente quando e se houver necessidade. Caso contrário, mexer na máquina o mínimo possível: o homem introduz o defeito.

Tavares menciona: “Entende-se por controle preditivo de manutenção, a determinação do ponto ótimo para executar a manutenção preventiva num equipamento, ou seja, o ponto a partir do qual a probabilidade de o equipamento falhar assume valores indesejáveis”.

Como pode ser visto, de uma forma ou outra, mais ou menos detalhadas, as definições dos autores convergem para pontos de vista semelhante.

Na Manutenção Preditiva as vantagens e desvantagens são:

Vantagens:- aproveita-se ao máximo a vida útil dos elementos da máquina, podendo-se programar a reforma e substituição somente das peças comprometidas.


Desvantagens:- requer acompanhamentos e inspeções periódicas, através de instrumentos específicos de monitoração. - requer profissionais especializados.


6. - MANUTENÇAO PRODUTIVA TOTAL - "TPM - Total Productive Maintenance”

SURGIMENTO DO TPM

Para (Nakajima 1989), "os Estados Unidos sempre desempenharam papel de destaque na inovação tecnológica". No campo da manutenção das máquinas, os Estados Unidos foram os pioneiros na adoção da manutenção preventiva (MP), e evoluiu para Manutenção do Sistema de Produção (MSP), incorporadas a Prevenção de Manutenção (PM), além dos tópicos oriundos da engenharia de confiabilidade.

O Japão assimilou todos estes conhecimentos, que se cristalizaram como TPM - Total Productive Maintenance, ou seja, a "Manutenção com a participação de todos." [38]

Aperfeiçoado pelo JIPM - "Japan Institute of Plant Maintenance", foi implementado na indústria japonesa a partir de 1971, na Nippon Denso (pertencente ao grupo Toyota), e seus conceitos foram trazidos para o Brasil em 1986.

Desde o seu lançamento na década de 70, muitas empresas consolidaram o TPM e o seu reflexo já pode ser sentido principalmente nos países do Sudoeste Asiático, Estados Unidos, Brasil e França.

De acordo com (Nakajima 1989), a evolução do sistema de Manutenção, no Japão, se processou em 4 fases distintas:

Estágio 1 - Manutenção Corretiva

Estágio 2 - Manutenção Preventiva

Estágio 3 - Manutenção do Sistema de Produção

Estágio 4 -TPM

TPM engloba, também as técnicas de Manutenção Preditiva, ou seja, o uso de ferramentas que possibilitam diagnóstico preliminar das máquinas e equipamentos manutenção Produtiva Total (TPM) foi concebida primeiro nos Estados Unidos, mas aperfeiçoada no Japão. A TPM dirigiu sua atenção para a redução de custos do equipamento no seu ciclo de vida, combinando manutenção preventiva com melhorias sustentáveis e projeto de manutenção preventiva. O TPM significa uma manutenção autônoma da produção que tenta otimizar a habilidade do operador e o conhecimento do seu próprio equipamento para aumentar ao máximo a sua eficiência de operação. Ele estabelece um esquema de limpeza e manutenção preventiva para prolongar a vida útil do equipamento. Procura, também, envolver todos os funcionários, desde a alta administração até membros das equipes individuais que participam do sistema.



6.1 - CONCEITOS E CARACTERÍSTICAS DO TPM

Segundo (Tavares 1999), o conceito básico do TPM é a reformulação e a melhoria da estrutura empresarial a partir da reestruturação e melhoria das pessoas e dos equipamentos, com envolvimento de todos os níveis hierárquicos e a mudança da postura organizacional.

Em relação aos equipamentos, significa promover a revolução junto a linha de produção, através da incorporação da "Quebra Zero", "Defeito Zero" e “Acidente Zero”.

Para (Nakajima 1989), significa montar uma estrutura onde haja a participação de todos os escalões, desde os da alta direção até os postos operacionais de todos os departamentos, ou seja, uma sistemática PM (Prevenção da Manutenção), com envolvimento de todos. Trata-se da efetivação de um "Equipment Management", isto é, a administração das máquinas por toda a organização, TPM cria um auto-gerenciamento no local de trabalho, uma vez que os operadores "assumem" a propriedade de seu equipamento e cuidam dele eles próprios. Eliminando-se as paradas e defeitos cria-se confiança. O TPM respeita a inteligência e o potencial de conhecimento de todos os empregados da empresa. O conceito de propriedade de equipamento junta a força (poder) do homem ao equipamento do sistema de produção, para criar produtos da cultura de valor.

Segundo o que dizem (Jostes e Helms 1994), a manutenção produtiva total (TPM), descreve uma relação sinergística entre todas as funções organizacionais, mais particularmente entre produção e manutenção, para melhoramento contínuo da qualidade do produto, eficiência operacional, e da própria segurança. A essência do TPM é que os operadores dos equipamentos de produção participem dos esforços de manutenção preventiva, auxiliem os mecânicos nos consertos quando o equipamento está fora de operação e, juntos, trabalhem no equipamento e no processo de melhoria do grupo de atividades. O significado do TPM como “uma MP (manutenção preventiva) mais ampla, baseada na aplicabilidade econômica vitalícia de equipamentos, matrizes e gabaritos que desempenham os papeis mais importantes na produção”.

A definição do TPM, proposta em 1971 pela JIPM (Japan Institute of Plant Maintenance), foi revista em 1989, estabelecendo-se uma nova exposição, que se constitui dos cinco itens seguintes:

1 - tendo como o objetivo a constituição de uma estrutura empresarial que busca a máxima eficiência do sistema de produção (eficiência global);

2 - construindo, no próprio local de trabalho, mecanismos para prevenir as diversas perdas, atingindo "zero de acidente, zero de defeito e zero de quebra / falha", tendo como objetivo o ciclo total de vida útil do sistema de produção;

3 - envolvendo todos os departamentos, começando pelo departamento de produção, e se estendendo aos setores de desenvolvimento, vendas, administração, etc;

4 - contando com a participação de todos, desde a alta cúpula até os operários de primeira linha;

5 - atingindo a perda zero por meio de atividades sobrepostas de pequenos grupos.

Em harmonia com a definição do TPM, cada uma das letras possui um significado próprio como segue:

- a letra "T" significa "TOTAL". Total no sentido de eficiência global, no sentido de ciclo total de vida útil do sistema de produção e no sentido de todos os departamentos e de participação;

- a letra "P" significa "PRODUCTIVE". A busca do sistema de produção até o limite máximo da eficiência, atingindo "zero acidente, zero defeito e quebra / falha zero", ou seja, a eliminação de todos os tipos de perda ate chegar ao nível zero;

- a letra "M" significa "MAINTENANCE". Manutenção no sentido amplo, que tem como objeto o ciclo total de vida útil do sistema de produção e designa a manutenção que tem como objeto o sistema de produção de processo único, a fábrica e o sistema de vendas.

A partir da definição, pode-se delinear algumas características peculiares ao TPM, que o diferenciam dos movimentos tradicionais, como o da manutenção do sistema de produção, e que são representados na figura 5.

1 - A busca da Economicidade - A manutenção produzida deve proporcionar lucros.

2 - Um sistema integrado (total system).

3 - Manutenção espontânea, executada pelo próprio operador - atividade de pequenos grupos.

Verifica-se, portanto, que “a manutenção produtiva total é o envolvimento dos operários nos trabalhos de prevenção e correção dos defeitos em seus equipamentos”.

6.2 - OBJETIVOS DO TPM

O TPM é um conceito gerencial que começa pela liberação da criatividade normalmente escondida e inexplorada em qualquer grupo de trabalhadores. Estes trabalhadores, freqüentemente atarefados em tarefas aparentemente repetitivas, têm muito a contribuir se, pelo menos, isto lhes for permitido. Seu objetivo é promover uma cultura na qual os operadores sintam que eles "possuem" suas máquinas, aprendem muito mais sobre elas, e no processo se liberem de sua ocupação prática para se concentrar no diagnóstico do problema e projeto de aperfeiçoamento do equipamento. Desta forma, há um ganho direto.

Pode-se dizer que o objetivo do TPM é a "melhoria da estrutura empresarial mediante a melhoria da qualidade de pessoal e de equipamento". [47] Melhoria da qualidade de pessoal significa a formação de pessoal adaptado à era da Automação Fabril. Em outras palavras, cada pessoa deve adquirir novas capacidades.

Mediante a melhoria da qualidade do pessoal realiza-se a melhoria da qualidade do equipamento. Na melhoria da qualidade do equipamento incluem-se os dois pontos seguintes: - atingir a eficiência global mediante melhoria da qualidade dos equipamentos utilizados atualmente; - elaborar o projeto LCC (Life Cycle Cost) de novos equipamentos e entrada imediata em produção.

Para atingir a eficiência global do equipamento, o TPM visa a eliminação das perdas, que a prejudicam. Tradicionalmente a identificação das perdas era realizada ao se analisar estatisticamente os resultados dos usos dos equipamentos, objetivando a determinação de um problema, só então investigar as causas. O método adotado pela TPM examina a produção de "inputs" como causa direta. Ele é mais pró-ativo do que reativo, uma vez que corrige as deficiências do equipamento, do operador e o conhecimento do administrador em relação ao equipamento. Deficiências de "input" (homem, máquina, materiais e métodos) são consideradas perdas, e o objetivo do TPM é a eliminação de todas as perdas.



As seis grandes perdas são:

1 - perda por parada devido à quebra / falha;

2 - perda por mudança de linha e regulagens;

3 - perda por operação em vazio e pequeno paradas;

4 - perda por queda de velocidade;

5 - perda por defeitos gerados no processo de produção;

6 - perda no início da operação e por queda de rendimento.

7- A GLOBALIZAÇÃO



(LACERDA et al. 2001) argumentam que é importante a globalização para as organizações, permitindo adequações às mudanças econômicas. Trazendo reflexos Consideráveis no campo da produção. A globalização tem como origem o Ambiente acadêmico norte-americano de gestão empresarial e se tornaram conhecidas mundialmente no universo da administração moderna. Pois a globalização existe há milhares de anos, e só agora com meios de comunicações eficazes é que se expandiu rapidamente por todo mundo.

Por causa da globalização muitas transformações organizacionais, tecnológicas e de finanças têm acontecido dentro da internacionalização do setor produtivo mundial. Neste enfoque, (LACERDA 2001) relata que a indústria teve o seu perfil alterado com a crescente participação dos investimentos diretos estrangeiros, impulsionados em grande parte pelas fusões e aquisições. A privatização e o aumento do coeficiente de comércio externo no produto. O setor de serviços ganha nova dimensão, tanto pelo peso crescente na pauta de exportações dos países, quanto pelo seu papel nas novas formas de geração de riqueza. Diversos autores que estudam o assunto afirmam que as empresas precisam estar preparadas para o processo da globalização, ou seja, elas precisam estar presentes no mercado mundial – lembrando que devem ser competitivas e participar ativamente do ganho de economia de escala no campo produtivo, sem esquecer de inserir as pessoas no contexto das inovações tecnológicas. (ARAÚJO e REDI 1997) argumentam que a globalização determina a queda da regulamentação por causa da abertura das economias. Desse modo, não há um consenso que uma organização ou produto pertençam a este ou aquele país, ou seja, todos pertencem ao mundo: sejam produtos, tecnologias, gestão que pode ser copiada e administrada pelos países ou pelas organizações. A diferença das empresas num futuro próximo não está só em avançados sistemas produtivos, mas sim nos seres humanos que dela fazem parte.

7.1- O Brasil no Processo de Globalização

(LACERDA et al. 2001) comentam que o Brasil esteve fora do mapa dos investimentos estrangeiros durante os anos oitenta, devido à inflação alta e à moratória. Só nos anos noventa, com o advento do Real como moeda forte, foi que os investimentos começaram a se consolidar, embora de forma restrita devido ao risco Brasil ser muito alto para grandes investidores. Todavia, o padrão industrial brasileiro mudou repentinamente do metal mecânico, migrando para as nova tecnologias da microeletrônica, informática, telecomunicações, automação, busca de novos materiais, energias renováveis e pela biotecnologia.

7.2 Ciência e Tecnologia no Brasil para um Mundo Global.

Em artigo da década passada (SCHWARTZMANN e KRIEGER 1995) relatam que, por muitos anos, o Brasil não poupou esforços para produzir seu potencial científico e tecnológico. Porém, eles confirmam que nos últimos anos o nosso crescimento diminuiu pela falta de recursos e de uma política socioeconômica e educacional. Deve-se lembrar que a globalização exige que a condição científica e educacional do país se torne muito importante e afinada com políticas coerentes com o crescimento industrial, educacional e da economia. A Ciência e a Tecnologia são significativas para o desenvolvimento do parque industrial brasileiro.

Qualquer inovação pode ser aplicada em várias áreas, seja na tecnológica ou nas áreas de produção e gestão, abrangendo manufatura, organização empresarial, marketing, dentre outros. Geralmente, quando esta inovação é aplicada ela traz vantagem competitiva, redução de custos e maximiza os lucros, segundo (SANTOS 2007).

Conforme os escritos dos autores (SCHWARTZMANN e KRIEGER 1995) se entendem que a comunidade brasileira, entre 1950 até 1980, passou de um sistema quase que totalmente agrário para uma sociedade muito urbanizada e industrializada, mas com muitas desigualdades sócio-econômicas. Em 1970, as empresas brasileiras atendiam quase que a totalidade da demanda interna, necessitando apenas de importações de máquinas e equipamentos sofisticados, produtos químicos, petróleo e eletrônicos. Em 1968, o governo brasileiro criou um programa de desenvolvimento, apoiando a criação da indústria de base para rever sua base energética e o desenvolvimento científico e tecnológico. Os autores relatam ainda que, entre os anos 1970 e 1980, a ciência e os sistemas tecnológicos eram considerados essenciais para o desenvolvimento fabril de base e de alta tecnologia, com prioridade para as fábricas de bens de capital, eletrônica, química, siderúrgica, metalurgia, aeronáutica e nuclear. O moderno modelo de crescimento fabril está focado nas mudanças do papel da tecnologia e como são tratados os segmentos fabris pelos sistemas científicos e tecnológicos, como os setores de informação e de bens de capital.

Outra linha de conduta tecnológica considera a promoção da qualidade e produtividade vitais para garantir às organizações nacionais o acesso aos mercados globais. Propõe, ainda, a promoção de ações sobre desenvolvimento das pequenas e médias instituições e a utilização das contratações terceirizadas, se for o caso, para as diversas fontes produtivas. Percebe-se que o Brasil saiu de um sistema de produção quase totalmente agrícola para um sistema industrializado de produção em série. Isto por sua vez colocou o País entre os grandes produtores da indústria de máquinas e equipamentos e de bens duráveis.

8 ESTUDO DE CASO


Com o intuito de agregarmos valor à cadeia produtiva e a manutenção e alteração de equipamento industrial, como a grampeadeira Miruna G1600 que estava aboleta devido as mudança no formato dos produtos por conseqüência da evolução tecnológica de Eletroeletrônico.



CARACTERISTICA DA EMPRESA

(Figura 01 em anexo) Fachada principal da Empresa ORSA EMBALAGENS, localizada no estado do Amazonas, a planta fabril localiza em Manaus Amazonas produz caixas papel e embalagem para abastecer o pólo industrial ou mercado de eletro eletrônico, como os clientes: Sony, LG, PANASONIC, PHILIPS.

E uma empresa Paulista já há 10 anos em Manaus, tem em seu quadro de 550 funcionários, onde 50 trabalham no processo de grampeamento e fechamento das embalagens de papelão ondulado, Usando o sistema automatizado.



PROCESSO DE GRAMPEAMENTO E FECHAMENTO DAS EMBALAGENS,

Funciona da seguinte forma:

As embalagens são colocadas manualmente na maquinas que puxa as caixas como o processo de correias puxadores automáticos disparados por sensores conectados ao comando de ajuste de espaçamento de grampo e altura da caixa.

Para uma melhor visualização apresenta-se um diagrama de funcionamento e seqüência.



Empresa Miruna. (Figura 02 em anexo)



Desde 1950 a Indústria de Máquinas Miruna dedica-se à fabricação de máquinas de grampear para fins industriais, produzindo equipamentos para os mercados gráficos, de caixas de madeira e de papelão ondulado, além de suprir o segmento mobiliário, produzindo arames para grampeação grampeadores e pregadores pneumáticos, grampos e pinos, pregos e arames revestidos ,a mesma possui 22 unidades no mundo, o grupo é internacional B&A, com sede na Alemanha e Matriz em Cotia São Paulo.

Na empresa Orsa Embalagem da Amazônia, atual Jari, Havia uma maquina (grampeadeira semi-automática miruna, modelo G.1600), Esse tipo de maquina atualmente não atendia mas as necessidade da empresa, devido as melhorias tecnológicas do mercado terem surgido, a maquina foi ficando obsoleta, a empresa chegou a cotar uma outra maquina mas moderna que supria a necessidade da mesma, porém o custo era altíssimo ( R$ 90.000). Então o departamento técnico junto com a manutenção resolveu fazer uma analise na maquina para poder aproveitar o mesmo equipamento e constatou-se que Havia a possibilidade de modificar o seu sistema .

A grampeadeira semi-automática era combinada com uma mesa elevadora para manter os níveis constante das caixas, dotadas de dois esquadros laterais para facilitar a introdução das caixas na maquina, quatros rolos puxadores revestidos em borrachas especiais (Figura 03 em anexo) e comandados por um complexo de freio-embreagem eletromagnético. Seu comando é totalmente eletrônico. Seu cabeçote é monobloco e acionado por uma embreagem eletromagnética. Sua programação era precisa, bastava programar os números de pontos requeridos e as distâncias necessárias de grampos duplos no inicio e no final do ciclo. (Figura 04 em anexo)



Com a introdução do sistema SMD (dispositivo montados em superfície), TVs de LCD e LED, não foi mais possível ser realizado o serviço de grampeação de caixas para televisores e eletrodomésticos desse tipo na maquina.

Por quê?

Pois devido as embalagens de Tvs de LCDe LED terem o lape (orelha da caixa) muito pequeno, só pegava um par de rolos puxador isso causava desalinhamento na caixa, para resolver o desalinhamento era preciso dar bastante pressão nos rolos puxadores, “resolvia a questão de desalinhamento”, porém, devido a pressão, dava vinco falso na caixa. As embalagens era encaminhado para o cliente e o mesmo devolvia devido à má qualidade do produto.

Como foi realizada a modificação para resolver este problema?

Foi substituído o sistema de rolos puxadores, por um conjunto de 06 correias tracionadas planas ( correias, cuja função é manter o vínculo entre duas polias e transmitir força ), seu comprimento de 1135 x 50 mm, vulcanizada a mesma é de borracha nitrílicas. ( Figura 05 em anexo)

Foi feito 06 Polias lisa de alumínio grande (Polias são elementos mecânicos circulares, com ou sem canais periféricos, acoplados a eixos motores e movidos por máquinas e equipamentos.) com diâmetro externo de 110mm, aberto rasgos de chaveta de 08 mm, ela é fixada no eixo de transmissão, a mesma é responsável pelo movimento das correias , 12 rodanas de alumínio médias com diâmetro externo de 60mm, com rolamento embutido, responsável pela tensão das correias, 18 rodanas pequenas com diâmetro externo de 40mm, são guias. (Figura 06 em anexo)

Foi feito 06 mancais ( Mancal é um suporte de apoio de eixos e rolamentos que são elementos girantes de máquinas) de ferro comum (aço 1020), sendo 03 fixos e 03 regulável, os fixos são pelos encaixe das rodanas de alumínio, sendo os reguláveis são para regular a espessuras da caixa que varia de 05 a 20mm.( Figura 07 em anexo)

Foi também retirado a lateral direita da maquina, para poder ser possível grampear caixas retangulares. (Figura 08 em anexo)

Ao final desse serviço o objetivo foi alcançado, de inicio a empresa teve uma economia de R$ 90.000, pois a mesma no momento atual não disponibilizava de dinheiro para a compra de uma nova maquina, pois toda a mudança da maquina foi realizado dentro da própria empresa. A maquina que antes não grampeava caixas de LCD, hoje ela grampear, tivemos como resultado o aumento da a nossa capacidade produtiva, mudança de mix rápido. Flexibilidade e troca rápida de pedido, a satisfação do cliente devido a boa qualidade do produto, a diminuição de refugo, com isso a empresa ficou preparado para o mercado globalizado. (Figura 09 em anexo)



9 AREA DE ABRANGÊNCIA



Desenvolvimento de maquinas e equipamentos industriais de alta produtividade e de tecnologia de ponta, na abrangência de produção de papel caixas e embalagens de proteção e armazenagens de commodity, para área de eletrodoméstico do distrito Industrial, e produtos de prateleiras.



10 METAS



• Mão-de-obra, necessária.

• Tempo de construção.

• Levantamento de necessidade de peças.

• Estudo do Layout.

• Funcionamento Operacional.

• Treinamento Operacional.

• Produtividade peças Hora.


11 METODOLOGIA


O trabalho será desenvolvido através de pesquisa bibliográfica e, dentro da Empresa Orsa Embalagens da Amazônia, onde será desenvolvido todo o trabalho de modificação de equipamento, Essa pesquisa descreve a Manutenção e alteração de equipamento sendo como um diferencial para as empresa a diminuição de custos de manutenção devido a alteração dos produtos como a alta rotatividade de modelos e de formatos.

A O Grupo Orsa com o intuito de garantir sua qualidade e confiabilidade que tem no mercado esta investindo nas adequações de seus equipamentos como descritos aqui.

12 CRONOGRAMA



Exemplo:

ETAPAS Jul-Ago 2010 Set-Out

2010 Nov-Dez 2010 Jan-Fev

2011 Mar-Abr 2011 Mai-Jun 2011

Levantamento bibliográfico X

Fichamento de textos X

Coleta de fontes X

Análise de fontes X

Redação do trabalho X

Apresentação em evento científico X

Revisão / redação final / entrega X



13 RESULTADOS ESPERADOS

As tarefas têm que ser executadas de forma eficiente e eficaz, o conhecimento deve

ser repassado de forma natural para que os novos funcionários logo percebam a cultura cooperativa e funcional entre os departamentos e as pessoas. Com esta visão entramos no nosso tema: Departamento de Manutenção e aperfeiçoamento de Maquinas É realmente necessário? Por que implantá-lo? A visão dos departamentos de manutenção nas indústrias brasileiras está mudando. A diretoria está deixando de ver estes departamentos como centros de despesas apenas para encará-los como áreas de oportunidades. As empresas com mais de três unidades devem começar a se preocupar com suas áreas de manutenção de forma integrada, pois pessoas diferentes gerenciam de formas diferentes e culturas diferentes geram pessoas diferentes. Então, como fazer com que todas as unidades sigam o mesmo caminho e dêem resultados positivos, Para alcançar este objetivo existem vários métodos. Vamos tratar aqui do mais recente o Departamento de Manutenção. Estes departamentos estão crescendo cada vez mais nas grandes e médias empresas, nas quais assumem diversas responsabilidades. Entre elas podemos destacar:

• Reduzir os custos com manutenção.

• Reduzir o estoque de manutenção.

• Melhorar a capacidade técnica e gerencial das lideranças da fábrica.

• Padronizar as ações executadas nas diversas fábricas.

• Implementar uma metodologia de manutenção confiável e autodidata.

• Implementar um sistema informatizado de manutenção confiável.

• Intercomunicar as lideranças das diversas fábricas para formar uma só empresa.

• Promover juntamente com a diretoria e gerências a boa comunicação entre o departamento de manutenção e os diversos outros da planta.

• Promover as melhores práticas entre as diversas plantas.

• Implementar itens de controle e verificação para traçar parâmetros das melhores práticas.

Estas são algumas das diversas responsabilidades que o setor deve assumir. E a questão que se coloca agora é saber se a sua empresa necessita de tal departamento. A decisão é simples. A sua empresa não necessita deste departamento se você conseguir responder as perguntas a seguir de forma clara e com total certeza:

• As maquinas e Equipamentos estão em evolução?

• Existem reuniões periódicas com as gerências de manutenção de todas as plantas para tratar dos resultados obtidos e de novas tecnologias?

• Existe um departamento de engenharia preocupado com novas tecnologias e sempre buscando a melhor prática?

• Os produtos estão em evolução? O que fazer com as maquinas?

Caso estas perguntas sejam respondidas com total clareza, a empresa em estudo pode. Se mantiver no mercado atual e competitivo, Pois esse e o caminho sigam o mesmo caminho com a mesma eficiência.



14 REFERÊNCIAS INICIAIS



Fonte: Apostila do Curso de Formação de Multiplicadores - TPM. São Paulo: IM & C - Programas Especiais de Desenvolvimento Profissional, Out/93, p. 3.)



(Fonte: MONCHY, François. A Função Manutenção - Formação para a Gerência da Manutenção Industrial. São Paulo: Editora Durban Ltda., 1989, p. 5.)



(Fonte: NAKAJIMA, Seiichi. Introdução ao TPM - Total Productive Maintenance. São Paulo: IMC Internacional Sistemas Educativos Ltda., 1989, p. 13.)



(Fonte: NAKAJIMA, Seiichi. Introdução ao TPM - Total Productive Maintenance. São Paulo: IMC Internacional Sistemas Educativos Ltda., 1989, p. 13.)





(Fonte: ALMEIDA, Paulo Roberto A globalização e o desenvolvimento: vantagens e desvantagens de um processo indomável, disponivel em (pralmeida@mac.com; www.pralmeida.org)



(Fonte: BORNIA,revista.unibrasil.com.br bornia 2000)



(Fonte: VIANA www.administradores.com.br/...manutencao 2009



(Fonte: Nakajima (1989 www.producao.joinville.udesc.br/tgeps)



(Fonte: TAVARES (1999), www.fae.edu/publicacoes/pdf/IIseminario/sistemas/sistemas



Jostes e Helms (1994) apud Wyrebski (1997), a Manutenção Produtiva Segundo Takahashi (1993) a Manutenção Produtiva Total está entre os

(Fonte: NAKAJIMA, Seiichi. Introdução ao TPM - Total Productive Maintenance. São Paulo: IMC Internacional Sistemas Educativos Ltda., 1989, p. 13.)






ANEXOS




Figura 01: Fachada principal da empresa Orsa Embalagens da Am


 




Figura 02: Imagem Superior da Empresa Miruna, Onde as maquinas são fabricadas.





Figura 03: Amostra de um dos rolos puxadores com um tipo especial de revestimento.


Figura 04: O modelo da maquina antes de ser modificada







Figura 05: Modelo da correia usada na maquina




Figura 06: Peças de aluminio ( polias) que foram fabricadas para a mudança da maquina




Figura 07: Mancais que foram adaptados na maquina





Figura 08: Tipo de caixa retangulares que atualmente são grampeada na maquina.




Figura 09: Resultado final de como ficou a maquina




Obrigado!!!

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